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Reacções negativas ao ataque do comandante Paulo de Almeida à CEAST

As declarações do comandante da Polícia Nacional, Paulo de Almeida, proferidas no Lubango, contra o comunicado da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST) estão a suscitar as mais diversas reacções, sobretudo no seio da igreja católica.

Por Ilídio Manuel em 15/10/2021 às 13:05:25
Polícia Nacional carece de meios de trabalho Reacções negativas ao ataque do comandante Paulo de Almeida à CEAST

Polícia Nacional carece de meios de trabalho Reacções negativas ao ataque do comandante Paulo de Almeida à CEAST

Nos diversos meios de comunicação social, com destaque para a rádio Ecclésia, assim como nas redes sociais há um coro de vozes que considera infelizes e despropositados os pronunciamentos do responsável máximo da Polícia Nacional. Há mesmo quem defenda a exoneração de Paulo de Almeida do cargo de comandante geral da Polícia Nacional.

O analista político, da rádio Ecclésia, Albino Paquissi considera que o comunicado da CEAST foi mais um alerta para a Polícia Nacional melhorar o seu desempenho em prol da sociedade com vista a redução dos índices de criminalidade do que um ataque à instituição policial.

O conhecido jornalista Reginaldo Silva escreveu na sua página do Facebook que o comandante Paulo de Almeida, « resolveu investir contra a igreja quando deveria fazer o contrário, agradecendo até a compreensão e solidariedade manifestada» pela CEAST. Segundo ele, o que igreja pediu à Polícia

Nacional é exactamente o que o comandante da corporação tem pedido há muito, tanto em público como em privado, ou seja, «a falta de meios para que a Polícia possa levar a bom porto a sua missão». Em boa verdade, a nossa Polícia Nacional, em particular o Serviço de Investigação Criminal (SIC) não dispõe de meios de trabalho.

Apesar de terem sido disponibilizados recursos financeiros para a referida instituição, o facto é que os mesmos não foram ainda libertados pelo Ministério das Finanças, segundo soube a Camunda News. Presume-se que um excesso de burocracia no órgão dirigido pela ministra Vera Dalves estará a condicionar a disponibilização das verbas.

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