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GUINEENSES QUESTIONAM DECISÃO DE SISSOCO EMBAL" DE ADIAR A CELEBRAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA

O adiamento das celebrações do 24 de Setembro, dia da Independência Nacional da Guiné Bissau, está no centro de uma polémica naquele país africano, com os cidadãos a chumbarem a decisão do presidente Umaro Sissoco Embaló.

Por Diniz Kapapelo em 22/09/2021 às 13:51:16

Alegando ausência no país, Sissoco Embaló adiou as celebrações para 16 de Novembro, dia das Forças Armadas.

"É uma decisão precipitada, poís o dia 16 de Novembro não tem nada a ver com 24 de Setembro. O 24 de Setembro é o dia da proclamação da independência, da liberdade e da soberania para o nosso povo, que trouxe para a Guiné Bissau, uma bandeira e um hino nacional", disse Teadora Inácia Gomes, uma das dirigentes históricas do PAIGC.

A veterana da luta de libertação nacional sublinhou que o dia das Forças Armadas pode ser comemorado numa outra altura, "mas, 24 de Setembro não pode ser adiado".

O gabinete de Umaro Sissoco Embaló diz que o adiamento é justo, tendo em conta a agenda do estadista que vai participar na Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque.

António Óscar Barbosa, afecto ao gabinete do Presidente Guineense, disse que a decisão foi tomada "tendo em conta que a sub-região enfrenta um problema muito sério - casos do Mali e da Guiné Conacri e também a Jiad - e que a Assembleia Geral da ONU é uma oportunidade para os dirigentes africanos exporem estes problemas".

Sissoco Embaló argumentou também que, devido à fragilidade financeira do país, e para que não haja duplicação de paradas, o 16 de Novembro é a data ideal para a comemoração dos dois actos históricos.


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