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Fraudes nas vacinas podem dar até cinco anos de prisão

Com in√ļmeros casos de vacina√ß√£o indevida e com a demiss√£o coordenador geral da task force para a vacina√ß√£o no pa√≠s por irregularidades, a pol√≠cia judici√°ria entrou em campo e o Minist√©rio P√ļblico j√° abriu dez inqu√©ritos para, eventualmente, instaurar processos pun√≠veis com pris√£o.

Por Administrador em 05/02/2021 às 09:12:20

Polícia Judici√°ria (PJ) vai concentrar as investiga√ß√Ķes no caso das fraudes com as vacinas contra a covid-19 em articula√ß√£o com os procuradores-gerais regionais do Ministério Público.

Os crimes que estão em causa são os de abuso de poder, recebimento indevido de vantagem e prevaricação, que podem dar entre dois a cinco anos de prisão.

A Procuradoria-Geral da República j√° anunciou a abertura de nove inquéritos de vacina√ß√£o de pessoas n√£o priorit√°rias. Dizem respeito à Seguran√ßa Social de Setúbal, ao INEM de Lisboa, ao INEM do Porto e a denúncias também feitas em Portim√£o, Vila Nova de Famalic√£o, Arcos de Valdevez, Bragan√ßa, Seixal e Montijo, e ainda à vacina√ß√£o da presidente da C√Ęmara de Portim√£o, Isilda Gomes.

À Ordem dos Médicos (OM) t√™m chegado dezenas de denúncias sobre pessoas que tomaram a vacina sem pertencerem ao grupo priorit√°rio. "

O caso é t√£o sensível que levou mesmo à saída, esta semana, de Francisco Ramos da coordena√ß√£o da task force do plano de vacina√ß√£o contra a covid-19 por irregularidades detectadas pelo próprio no processo de selec√ß√£o de profissionais de saúde no Hospital da Cruz Vermelha Portuguesa, do qual é presidente da Comiss√£o Executiva.

Numa altura em que os dedos est√£o apontados a todos os possíveis incumprimentos dos critérios de vacina√ß√£o, um dos nomes referidos foi o de Isabel Vaz, presidente do grupo Luz Saúde, que detém, entre outras unidades, o Hospital da Luz, em Lisboa. Outra institui√ß√£o para onde se voltaram as aten√ß√Ķes foi o Hospital de Santa Maria, que tem sido criticado por alegadamente ter vacinado médicos que j√° n√£o estariam a trabalhar e até reformados. Mas a institui√ß√£o nega, afirmando mesmo que ter√£o sido vacinados "sempre trabalhadores ainda em fun√ß√Ķes".

Fonte: Expresso

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