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Portugal vive o pior dia de pandemia até hoje, 166 mortes e mais 10.947 novos casos

Os hospitais estão assoberbados e à beira da ruptura, o país está confinado, mas pouco, e os números da covid-19 não param de aumentar, numa altura em que, em Lisboa, Ursula Van der Leyen confirma que há atraso nas vacinas da Pfizer.

Por Administrador em 16/01/2021 às 12:25:42

O boletim deste sábado da Direção-Geral da Saúde (DGS) portuguesa regista 166 óbitos — um novo recorde da pandemia — e 10.947 novos casos por Covid-19 nas últimas 24 horas. São três recordes num só dia, com os internamentos em cuidados intensivos a chegarem aos 638 doentes, e há filas de ambulâncias às portas de alguns hospitais.

A mortalidade ultrapassou o pico de 156, registado na quarta-feira. E, pelo nono dia consecutivo, há mais de 100 falecimentos por covid-19, e o país vive o quarto dia consecutivo com os novos casos acima dos 10 mil (e o sexto em dez dias).

Os internamentos estão a subir, mais 93 internados em enfermarias, perfazendo um total de 4653, e mais 16 em unidades de cuidados intensivos. São agora 638 doentes em cuidados intensivos, um novo recorde nesta pandemia.

A presidente da Comissão Europeia que viajou até Lisboa, garantiu, nesta sexta-feira, 15 de Janeiro, que os atrasos no processo de fabrico das vacinas da Pfizer contra a covid-19, anunciados pela empresa farmacêutica, não vão comprometer a entrega das doses encomendadas pela União Europeia para o primeiro trimestre deste ano. Ursula von der Leyen disse ter telefonado "imediatamente" ao CEO da Pfizer, assim que a notícia do atraso foi conhecida, e que recebeu a garantia de que irá haver um "esforço" para que o restante calendário de entregas de vacinas Estados-membros seja cumprido.

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