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O que é que o Governo angolano está a fazer para apoiar a economia

Joe Biden, a poucos dias de ser formalmente empossado, apresentou o seu Plano de Resgate Americano no valor de 1,9 biliões de dólares, os países da União Europeia tem a chamada

Por Administrador em 15/01/2021 às 09:30:24

?Ciclicamente, o ministro de Estado e chefe da Casa Civil vem anunciar as medidas restritivas relativas ao estado de calamidade em que vive o país, sendo actualizadas à medida da evolução global da pandemia. O que nunca se anuncia, seja pelo Chefe de Estado, a ministra das Finanças ou o ministro da Economia e do Planeamento o que realmente está a ser feito para apoiar as empresas e as famílias para além das magras margens do Orçamento Geral do Estado para 2021 e, amiúde, de programas específicos de parceiros internacionais como o Banco Mundial, o Banco de Desenvolvimento Africano (para o qual o país também comparticipa) ou a União Europeia.

No Executivo temos, através de diferentes vias, o anúncio de programas avulsos, sem uma estratégia ampla de apoio à economia. E quanto ao combate à pandemia, não raras vezes têm sido anunciados os custos para o país da covid-19, no entanto, e ao contrário de tantos outros países, não se sabe quando é que Angola disponibilizou para a compra de vacinas e por agora só há notícia das que vai receber através do programa Covax, coordenado pela Organização Mundial de Saúde, e ainda não se sabe a parte que lhe cabe dos 270 milhões de doses garantidas pela União Africana.

O pacote de recuperação para a economia nos Estados Unidos, apresentado pelo presidente eleito, inclui 400 mil milhões de dólares para o combate directo à pandemia, num programa de aceleração de vacinas de forma a que a maioria das escolas possam abrir dentro de 100 dias. Mais 350 mil milhões de dólares para suprir os défices de governos estaduais e locais, e ainda, 1,4 mil milhões para pagamentos directos às famílias, com aumento dos subsídios de desemprego, licenças pagas para os trabalhadores federais e subsídios para apoio à educação.

"Durante esta pandemia, milhões de americanos, sem culpa própria, perderam a dignidade e o respeito que vêm com um emprego e um salário", disse Biden, que acrescentou: "Há uma dor a esmagar a economia". Pelas pessoas e consciente que é a "saúde da nação que está em jogo", o presidente eleito norte-americano não tem dúvidas, "não é barato, mas deixar de fazer isto ainda nos sairá mais caro".

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