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Pipeline vai abastecer directamente o aeroporto, tirando de circulação mais de 40 camiões cisternas por dia

No primeiro semestre deste ano, o pipeline JET A1, que sai da central de armazenamento IBV-5 da Boavista para o Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, entrará em pleno funcionamento. Recupera-se tempo e segurança e poupa-se nos custos que, contas feitas, andam pelos 2,2 milhões de dólares por ano.

Por Administrador em 15/01/2021 às 05:35:27

A Unidade de Negócios de Distribuição e Comercialização da Sonangol prepara-se para colocar em funcionamento, no primeiro semestre deste ano, um novo complexo de pipelines e centrais de armazenamento que vão agilizar o transporte de combustível em vários pontos do país, com destaque para a reposição do pipeline Jet A1, que sai do IBV-5 na Boavista para Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro. Segundo alguns analistas este projecto representa uma redução de custos anuais de 2,2 milhões de dólares.

Para melhorar o processo de distribuição de combustível em todo o País, a Sonangol tem neste momento, entre outros, quatro projectos essenciais: construção e instalação de combustíveis de Saurimo; construção do ramal ferroviário de Luena-Moxico; operacionalização e instalação de combustíveis da Matala; reposição do pipeline Jet A1 que liga a zona de armazenamento de combustível da Boavista directamente ao Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro.

No seu conjunto, e no âmbito do Plano de Regeneração e Reestruturação da Sonangol, a concretização destes projectos irá traduzir-se em melhorias significativas nas infraestruturas de descarga; redução de custos operacionais; maior segurança operacional; redução do tempo de descargas e aumento da frequência; apoio à região agrícola da Matala e redução dos custos de transportes ferroviário.

Quanto ao pipeline de Jet A1 - que reactiva o pipeline para o aeroporto de Luanda a partir da instalação de armazenamento IBV5 na Boavista -, a infraestrutura, que teve início em Junho de 2020, e segundo fonte da desta unidade de negócios, "resultará em benefícios tangíveis, tanto para a sociedade, como para o mercado, e, em última instância, para o País, porque permitirá uma significativa redução dos custos operacionais relacionados com o transporte rodoviário, e um alívio ao trânsito em Luanda, pois deixarão de circular diariamente entre a periferia e a capital, no trajecto acima referido, cerca de 40 camiões cisternas transportando combustível, o que se traduzirá numa considerável redução dos engarrafamentos e numa maior segurança rodoviária, tanto no que tem haver como eventuais acidentes, bem como com o que se relaciona com desvios ou roubos de combustível", afirma uma fonte da Unidade de Negócios de Distribuição e Comercialização da Sonangol em declaração ao jornal 'O País'.

A Unidade de Negócios de Distribuição e Comercialização da Sonangol é uma fusão da antigas subsidiárias Sonangol Distribuidora e Sonangol Loguística, no quadro do Programa de Regeneração e Reestruturação que a Sonangol está a levar a cabo desde 2019.

Fonte: O País

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