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Sergey Lavrov chega esta terça-feira a Luanda para encontros bilaterais

Tal como a Camunda News tinha anunciado, confirma-se a visita do ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov a Lunda, onde manterá encontros bilaterais com o seu homólogo Téte António e ainda com o Presidente da República João Lourenço.

Por CSP em 24/01/2023 às 07:40:46
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Visita de trabalho do responsável da política externa russa acontece numa altura em que Angola, depois de uma abstenção na condenação da invasão da Ucrânia pela Rússia, em Março de 2022, votou, em Outubro, a favor de uma outra resolução que condenava a Rússia pela anexação de territórios ucranianos no Donbass.

O ministro das Relações Exteriores da Federação Russa, Sergey Lavrov, desloca-se na terça-feira a Luanda, para se encontrar com o seu homólogo Téte António e com o Presidente João Lourenço.

A chegada de Lavrov ao Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro está marcada para as 18h05 desta terça-feira, dia 24 de Janeiro, realizando-se o programa oficial apenas no dia seguinte.

Na quarta-feira, o chefe da diplomacia russa, acompanhado da sua delegação, vai encontrar-se de manhã com o ministro das Relações Exteriores, Téte António, seguindo depois para uma audiência com o chefe de Estado angolano, João Lourenço.

Às 12h30, o ministro russo visita o Memorial Dr. António Agostinho Neto, bem como o jazigo do ex-presidente angolano José Eduardo dos Santos, que morreu em 8 de Julho do ano passado. Lavrov segue logo depois para uma visita guiada ao Museu Nacional de História Militar e irá passar ainda antes de almoço pela Escola da Embaixada da Federação Russa. O diplomata regressa a Moscovo na quinta-feira de manhã.

Angola tem vindo a reposicionar-se nos últimos meses em termos de política externa, aproximando-se dos Estados Unidos da América e da União Europeia, e distanciando-se da Rússia.

Em meados deste mês de Janeiro, João Lourenço voltou a insistir que se estava na hora de negociar a paz na Europa, voltando a apelar a um cessar-fogo definitivo e incondicional por parte da Rússia para criar o "necessário ambiente negocial" entre as partes.

O chefe de Estado angolano apontou a guerra na Ucrânia como "uma séria ameaça à paz e segurança" da Europa e do mundo, provocando a maior crise energética, alimentar e humanitária desde a Segunda Guerra Mundial, com profundas consequências no Continente africano.


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