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Maioria (muito) relativa para Macron. Marine Le Pen passa de oito... para oitenta lugares na Assembleia Nacional

O eleitorado francês radicalizou-se e votou significativamente quer na extrema-esquerda quer na extrema-direita, deixando Macron, ao centro, com uma margem muito estreita para governar o país

Por CSP em 19/06/2022 às 16:21:13
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Ao contrário do primeiro mandato de Emmanuel Macron, a coligação presidencial Ensemble! não obteve maioria absoluta na segunda volta das eleições legislativas.

Nupes, a coligação de partidos de esquerda e extrema-esquerda, torna-se o seu maior adversário na Assembleia Nacional, com as projecções a apontarem de 170 a 190 deputados. E se Jean-Luc Mélechon não vai ser o primeiro-ministro da França, vai dar muitas dores de cabeça ao governo de Macron.

O mesmo já prometeu a líder do Rassemblement National (RN) de Marine Le Pen que pode ter entre 70 a 85 deputados eleitos.

Os Republicanos são a quarta força política, ainda em perda de deputados, com 76 lugares na Assembleia Nacional.

A Assembleia Nacional de configuração no segundo mandato de cinco anos de Emmanuel Macron. A coligação do presidencial Ensemble, formada pelo Renaissance (o novo nome do LaREM fundado por Macron), o Modem, Horizontes e Agir, pode obter entre 205 a 235 assentos, de acordo com as primeiras projecções, o que não lhe dá a maioria absoluta, que só se obtém com 289 deputados do total dos 577 da Assembleia Nacional francesa.


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