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Movimento dos Estudantes Angolanos realiza manifestação no próximo sábado com vista ao retorno às aulas no Ensino Superior Público

O Movimento dos Estudantes de Angola está solidário com as reclamações dos professores do ensino superior, que se encontram em greve, por tempo indeterminado em todo o país. Por este facto, vai realizar uma manifestação no próximo sábado com vista a pressionar o regresso às aulas nas instituições públicas.

Por Diniz Kapapelo em 03/02/2022 às 06:01:31
Movimento dos Estudantes Angolanos realiza manifestação no próximo sábado com vista ao retorno às aulas no Ensino Superior Público

Movimento dos Estudantes Angolanos realiza manifestação no próximo sábado com vista ao retorno às aulas no Ensino Superior Público

O Movimento dos Estudantes Angolanos anunciou esta semana a realização de uma manifestação para o próximo sábado, dia 05 de Fevereiro a favor do retorno às aulas nas universidades públicas do País, situação que no entender deste movimento, pode "condicionar os exames", pelo facto do programa curricular finalizar em Junho do corrente ano.

O Presidente do Movimento dos Estudantes Angolanos, em entrevista à Camunda News disse que o protesto, cuja concentração acontece às 10h00 defronte ao cemitério da Santana, vai a partir das 13 horas, percorrer a Avenida Deolinda Rodrigues até ao largo 1º de Maio. Por este facto, convidam os estudantes, pais, encarregados de educação e pessoas individuais, a se juntarem à causa para pressionar o regresso às aulas nas instituições públicas de ensino, já que, "os principais prejudicados são os estudantes".

Francisco Teixeira, referiu por outro lado que, não obstante os alunos professores estarem em greve e os estudantes impossibilitados de assistir as aulas estão a ser obrigados a pagar uma taxa de 1000 kwanzas sendo que, até ao momento continuam desconhecidas as razões da paralisação dos docentes, uma vez que o próprio governo não apresentou, sequer, um único parecer sobre o assunto.

Entretanto, o secretário-geral da organização que defende os interesses da classe docente, Eduardo Alberto Peres, em entrevista à imprensa acusou o Ministério do Ensino Superior, de não se cumprir o memorando assinado entre as partes, daí a razão da manutenção da paralisação.

De referir que esta é a quinta semana de greve, "por tempo indeterminado", da qual os docentes exigem o aumento salarial, melhores condições laborais e pedem a intervenção do Presidente da República, pela alegada falta de entendimento entre o Sindicato Nacional dos Professores e a entidade patronal, o Ministério do Ensino Superior.

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