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Francisco Furtado denuncia esquema fraudulento na casa militar com mais de 167 mil milhões em danos ao cofre de Estado

O Ministro de Estado e chefe da casa Militar do presidente da República, Francisco Pereira Furtado, disse recentemente que o estado angolano foi lesado em mais de 167 mil milhões de kwanzas gastos de forma indevida pelos funcionários da Casa Militar do presidente no Cuando Cubango ao longo dos 18 anos de existência.

Por Teresa Cabari em 31/01/2022 às 07:40:41
Francisco Furtado denúncia esquema fraudulento na casa militar com mais de 167 mil milhões em danos ao cofre de Estado

Francisco Furtado denúncia esquema fraudulento na casa militar com mais de 167 mil milhões em danos ao cofre de Estado

Segundo o ministro, estes valores eram retirados dos Cofres do Estado com o objectivo de pagar alguns funcionários fantasmas da casa militar da província do Cuando Cubango.

Francisco Furtado, denuncia um esquema fraudulento que envolve a extinta unidade da Casa Militar do Cuando Cubango, de 2003 a 2021que obrigou a procuradoria geral da república a fazer um cadastramento do pessoal, após congelar as contas de alguns militares em junho do ano passado.

"Causou prejuízos enormes ao estado, os gastos excessivos. Com esse tipo de prática, representaram até junho de 2021, altura que a Procuradoria-Geral da República decidiu congelar as contas e a casa militar fez o cadastramento dos efectivos para comprovar quem era de facto militar e quem não era". Disse o Ministro.

O ministro, diz que o valor gastos do cofre de estado destinado aos funcionários fantasmas, equivale a mais de 50% dos valores investidos para as obras do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios em todo país.

"De junho de 2021 o estado perdeu mais de 167 mil milhões de kwanzas, isso representa mais de 50% do valor gasto pelo estado com todos os programas do PIIM no país inteiro."

De acordo com Francisco Furtado, apenas 234 efectivos dos 3007 registados na extinta casa militar da presidência da república, na referida província, estão de forma legal, após a confirmação do cadastramento feito pela procuradoria da república.

"Nesta unidade, toda ela, estando aqui no Cuando Cubango e fora dela, estavam 3007 efectivos. Dos 3007, foram reconduzidos 234 dos quais, 91 são fiscais ambientais. A casa militar continua a pagar estes 234, continua dar a logística e têm todos os benefícios".

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